segunda-feira, 23 de março de 2009

Curso de Engenharia Florestal - UnB

O estudante de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília recebe formação em várias áreas, como conservação e preservação de ecossistemas, recuperação de áreas degradadas, melhoramento genético, tecnologia da madeira, sensoriamento remoto e gestão de bacias hidrográficas.

Além de adquirir conhecimento para atuar em cada um desses ramos, o aluno da UnB tem a formação voltada, principalmente, para o estudo da recuperação de áreas degradadas. No caso do Centro-Oeste e, principalmente, do Distrito Federal a responsabilidade de estudar o Cerrado cai sobre o único curso de Engenharia Florestal da região.

Saídas de campo colocam o futuro engenheiro florestal em contato direto com o que resta da vegetação nativa do Centro-Oeste. Os alunos dispõem de um viveiro florestal com três hectares, 300 hectares de área reflorestada e cerca de 4 mil hectares destinados a experimentos e trabalhos de proteção, conservação e preservação do cerrado.

Extração Florestal

A operação de extração refere-se à movimentação da madeira desde o local de corte até a estrada, o carreador ou o pátio intermediário . Existem vários sinônimos para esta operação, muitas vezes dependendo do modo como ela é realizada ou do tipo de equipamento utilizado, podendo ser citados os mais comuns, como baldeio, arraste, encoste e transporte primário.

A extração da madeira é um dos pontos críticos da colheita florestal e exige planejamento detalhado da operação, de maneira a empregar os equipamentos próprios dentro do sistema mais indicado de trabalho. Para isso, os fatores de influência têm de ser corretamente avaliados, apresentando os respectivos pesos de importância a cada um, sendo eles: densidade do talhão, topografia, tipo de solo, volume por árvore e distância de transporte.
Adaptado de: Colheita florestal - Machado, C.C.

Saudações Florestais!

domingo, 22 de março de 2009

Análise cronológica das intervenções silviculturais

A manutenção da competitividade do produto florestal depende em grande parte das práticas silviculturais adotadas e de sua eficácia para garantir a produtividade. Assim, cada intervenção realizada na floresta deve contribuir para o incremento na produtividade, e a complexidade e logística desta decisão deve ser bem conhecida.

A análise cronológica atende às empresas que tradicionalmente avaliam as atividades silviculturais no momento de sua ocorrência sendo, então, a oportunidade de detectar quando as operações estão ocorrendo, sua frequência e qual a sua aderência, ou não, às normas da empresa, potencializando ao máximo cada atividade, que ocorrerá o menor número de vezes mantendo o sinergismo com as demais operações que a precedem ou a sucedem.

Este projeto foi desenvolvido na Aracruz Celulose S.A. no meu estágio de conclusão de curso, e para ele foram selecionadas 44 atividades silviculturais a partir de sua significativa ocorrência no ano de 2007.

Os resultados são mostrados na forma de histogramas que apresentam: o percentual de ocorrências em cada intervalo de dias entre a realiazação da operação e o plantio.


Baseando-se nas informações de 204 talhões selecionados e analisados, se obteve uma Linha do Tempo Real das atividades silviculturais para o Manejo de Reforma, caracterizando assim as cronologias típicas da Aracruz Celulose.

A análise cronológica, portanto, mostra-se como um instrumento para verificação da particularidades regionais e da qualidade das operações com potecial em gerar indicadores de qualidade aos analistas, logo, auxiliando no planejamento financeiro e operacional.