Podemos classificar a manutenção em dois tipos: corretiva e preventiva, podendo a última ser sistemática ou preditiva.
-corretiva: é feita após a ocorrência da falha e só é recomendada caso a análise econômica indique que a melhor opção é consertar ao invés de prevenir a falha.
-preventiva sistemática: é realizada de acordo com uma programação pré definida em função do tempo de uso ou de índices de funcionamento da máquina, com o propósito de reduzir a probabilidade de falha, assegurando sua confiabilidade.
- preventiva preditiva: é realizada de acordo com os dados colhidos durante a monitoração dos parâmetros indicativos da falha da máquina que são relacionados aos limites previamente estabelecidos pela engenharia, também com o propósito de reduzir a probabilidade de falha.
Adaptado de: Colheita Florestal - Machado, C.C.
Blog destinado à Engenharia Florestal: eventos, notícias e matérias interessantes.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Cultivo mínimo - 4
"A atividade de subsolagem é uma prática de preparo do solo com desadensamento do solo realizado apenas nas linhas de plantio, sendo por isso considerada uma prática conservacionista caracterizada como de cultivo mínimo (Gonçalves et al. 2000, apud Sasaki, 2005). Segundo Rípoli et al. (1985), o principal efeito da subsolagem é o rompimento das camadas de solo adensadas, resultando em maior aeração do solo com o aumento de macroporos, aumento da taxa de infiltração de água no solo, maior facilidade de penetração das raízes no solo e diminuição do índice de erosão devido a menor compactação."
Fonte: Desempenho e Qualidade Operacional de Atividades Silviculturais na Copener Florestal Ltda - Melo, E.A.S.C.
Fonte: Desempenho e Qualidade Operacional de Atividades Silviculturais na Copener Florestal Ltda - Melo, E.A.S.C.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Manejo de plantas daninhas na cultura do Eucalipto - 2
No controle de plantas invasoras em faixas, geralmente, é mantida uma faixa limpa de 1,0 a 1,5 m de largura, junto às linhas de plantio. Este controle é realizado com o uso de herbicidas pré e pós emergentes. Na faixa restante, mantêm-se as plantas invasoras, reduzindo dessa forma o consumo de herbicidas (Louzada e Costa,1995; Zanuncio et al., 1995, citado por Gonçalves e Stape, 2002). Às vezes, quando o porte das invasoras é muito elevado, é realizada roçada mecânica (Gonçalves 2003, citado por Gonçalves e Stape, 2002).
O uso das plantas daninhas como cobertura verde, mantidas em faixas nas entrelinhas de plantio, pode resultar em vários efeitos benéficos, tanto para a conservação do solo como para o desenvolvimento das plantações florestais. Entre esses efeitos, as plantas invasoras:
- protegem o solo contra o impacto direto das gotas de chuva, aumentam as taxas de infiltração e reduzem as taxas de evaporação, devido à menor insolação direta;
-têm ação descompactante e agregante sobre o solo, por meio da ação mecânica do crescimento radicular, da exudação de fotossimilados, e pela incorporação de matéria orgânica ao solo;
-reduzem as perdas de nutrientes por lixiviação, ao imobilizar grande quantidade de nutrientes em suas biomassas (Silva et al., 1997, citado por Gonçalves e Stape, 2002);
- geram um microambiente favorável a vários organismos do solo; e
-aumentam a diversidade biótica do primeiro nível trófico do ecossistema, incrementando as possibilidades de equilíbrio ecológico local,(Louzada e Costa,1995; Zanuncio et al., 1995, citado por Gonçalves e Stape, 2002).
O manejo de plantas daninhas em culturas de eucalipto se dará, portanto, nos estágios iniciais de crescimento das mudas, quando o sistema radicular é restrito, podendo ser em faixas ou coroas, mecanizado ou químico, práticas estas muito interessantes em termos de proteção do solo e conservação de nutrientes no sistema, sem riscos de competição por água e nutrientes.
O uso das plantas daninhas como cobertura verde, mantidas em faixas nas entrelinhas de plantio, pode resultar em vários efeitos benéficos, tanto para a conservação do solo como para o desenvolvimento das plantações florestais. Entre esses efeitos, as plantas invasoras:
- protegem o solo contra o impacto direto das gotas de chuva, aumentam as taxas de infiltração e reduzem as taxas de evaporação, devido à menor insolação direta;
-têm ação descompactante e agregante sobre o solo, por meio da ação mecânica do crescimento radicular, da exudação de fotossimilados, e pela incorporação de matéria orgânica ao solo;
-reduzem as perdas de nutrientes por lixiviação, ao imobilizar grande quantidade de nutrientes em suas biomassas (Silva et al., 1997, citado por Gonçalves e Stape, 2002);
- geram um microambiente favorável a vários organismos do solo; e
-aumentam a diversidade biótica do primeiro nível trófico do ecossistema, incrementando as possibilidades de equilíbrio ecológico local,(Louzada e Costa,1995; Zanuncio et al., 1995, citado por Gonçalves e Stape, 2002).
O manejo de plantas daninhas em culturas de eucalipto se dará, portanto, nos estágios iniciais de crescimento das mudas, quando o sistema radicular é restrito, podendo ser em faixas ou coroas, mecanizado ou químico, práticas estas muito interessantes em termos de proteção do solo e conservação de nutrientes no sistema, sem riscos de competição por água e nutrientes.
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