terça-feira, 7 de julho de 2009

Reflexão

"As árvores proporcionam um grande número de bens e serviços, e enquanto tais apresentam funções socioeconômicas e ecológicas.
Florestas contribuem para desacelerar o aquecimento global por estocar grandes quantidades de carbono. Elas também regulam o ciclo hidrológico,que ajudam a controlar enchentes, purificam a água e reciclam nutrientes no solo. O carbono presente na madeira não é necessariamente emitido na atmosfera quando a árvore é cortada, isso depende do uso que é dada a madeira. Portanto, é justo assumir que ao produzir e oferecer produtos de madeira plantada (móveis) e construções de baixo consumo de energia (casas de madeira), a indústria pode contribuir no combate à mudança do clima. O potencial de mitigação das emissões com o uso de madeira plantada em casas populares e construções sustentáveis; novas técnicas para o aproveitamento de subprodutos de madeira e não madeiráveis para geração de renda para comunidades; novas metodologias para restauração ecológica de áreas degradadas e para inventário de emissões nos municípios, serão assuntos discutidos no seminário “A Madeira e a Mitigação das Mudanças Climáticas”, a ser realizado no próximo dia 15 de julho, às 14h00, no auditório da SEMA – Rua Des. Motta, 3384 – Mercês – Curitiba - PR. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.meioambiente.pr.gov.br/ ou pelo telefone (41) 3304-7811. "

Fonte: Secretária Executiva do Fórum Paranaense de Mudanças Climáticas Globais.

sábado, 4 de julho de 2009

Manejo de doenças florestais

O conceito de manejo integrado de doenças florestais pode ser sumarizado pela adoção de princípios e medidas,que aplicados de forma integrada, visam afetar a interação entre o patógeno, o hospedeiro e o ambiente, por meio da redução ou completa eliminação do inóculo inicial, redução na taxa de progresso da doença e por meio da manipulação do período de tempo em que a planta permanece exposta ao patógeno, seja em condições de viveiro ou de campo.
As medidas de controle podem ser: a exclusão, a erradicação, a proteção e imunização ou terapia, regulação e escape.
Fonte: MAFIA, R.G. - Anais I Encontro Brasileiro de Silvicultura

Depois escreverei sobre esses princípios e as fases do ciclo das relações planta, patógeno e hospedeiro que garantem a eficiência da estratégia de manejo integrado.

Saudações Floresteiras!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Manejo de plantas daninhas na cultura do Eucalipto - 7

Manejo de plantas daninhas em pré emergência

Uma das práticas bastante utilizada na silvicultura com os herbicidas pré emergentes é a aplicação em faixa na linha da cultura. Esta prática reduz compactação do solo, protege o solo da erosão, aumenta biodiversidade no sistema pois permite o crescimento de plantas daninhas na entrelinha, reduz ataque de pragas e reduz consumo de herbicida.
Dentre os principais herbicidas pré emergentes destacam-se o oxyfluorfen, isoxaflutole e sulfentrazone.
  • Isoxaflutole: pré emergente, seletivo para pinus e eucalipto, controle principalmente gramíneas e algumas folhas largas com efeito residual, podendo ser aplicado com baixa umidade no solo.
  • Sulfentrazone: pré emergente, seletivo para o eucalipto, sendo eficiente na maioria das gramíneas e particularmente eficiente no controle da tiririca e do leiteiro.
  • Oxyfluorfen:pré emergente, proporciona o controle de plantas daninhas até 200 dias após do plantio.

Adaptado de:Anais do I Encontro Brasileiro de Silvicultura - Christoffoleti, P.J.