terça-feira, 26 de maio de 2009

Um pouco sobre melhoramento genético

O melhoramento genético clássico teve seu auge de desenvolvimento para atender a demanda de sementes melhoradas geneticamente para estabelecimentos de plantações de pinus e eucaliptos e atender a demanda de genótipos selecionados para estabelecimentos de florestas clonais de eucaliptos.

A seleção da árvore a ser clonada é a principal preocupação dos melhoristas florestais, enquanto que a interação genótipo x ambiente deve ser a principal preocupação do produtor, mais que a elevada rentabilidade proporcionada pelos plantios de clones quando se usa a "silvicultura de precisão".

Atualmente os programas de hibridação envolvem principalmente as espécies E. grandis e E. urophylla para produção volumétrica, E. viminalis e E. benthamii para resistência às geadas, E. camaldulensis para resistência ao deficit hídrico, E. globulus para qualidade de madeira.
Adaptado de: Anais I Encontro Brasileiro de Silvicultura

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Eventos de Junho

Curso de Licenciamento Ambiental
Data:05 e 06 de junho de 2009
Local:Universidade Estadual do Centro Oeste – Campus de Irati
Informações: CREA-PR

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Manejo sustentável: bacia hidrográfica

O manejo sustentável de plantios florestais envolve aspectos econômicos, sociais e ambientais, e vem sendo buscado pelo setor florestal brasileiro com base em princípios e critérios adotados por organismos certificadores internacionais, apoiados em pesquisa realizadas em universidades.


A sustentabilidade da microbacia deve compreender no mínimo:

-a perpetuação de seu funcionamento hidrológico com o aperfeiçoamento do sistema de manejo, evitando maiores interferências no regime hídrico das bacias florestadas;

-a perpetuação de seu potencial produtivo identificando áreas críticas de produção de sedimento e a(s) atividade(s) responsáveis por essa produção; e

-a conservação da biodiversidade e processos ecológicos, buscando o aprofundamento nas pesquisas relacionadas aos impactos nos recursos hídricos, funcionamento do ecossistema ripário e análise da estrutura da paisagem.

Adaptado de: Anais I Encontro Brasileiro de Silvicultura